Pouco se conhece sobre a origem da caipirinha. Muito provavelmente, a mistura de cachaça(Aguardente), lima amassada, açúcar e gelo nasceu no interior de São Paulo. Era considerada um poderoso remédio contra a gripe. Em bares da cidade, a receita vem ganhando novas cores e sabores, com ingredientes cada vez mais surpreendentes. Da fórmula original, considerada um clássico da coquetelaria internacional, apenas o açúcar e o gelo permanecem intocáveis. Aos poucos, a cachaça perdeu espaço para a vodca, o rum e o saquê, ao gosto do freguês. O limão vez por outra dava lugar a frutas tradicionais, como o morango, o maracujá ou a lima-da-pérsia. Mas a imaginação dos barmen voou ainda mais alto. Podem-se provar caipirinhas de saquê com lichia, uma frutinha chinesa, ou de carambola com manjericão. Até a laranja e a jabuticaba, geralmente desprezadas, são lembradas no Barnaldo Lucrécia. Virou moda também juntar duas, três ou até quatro frutas no mesmo copo. Bom exemplo é a caipirinha de frutas vermelhas, uma combinação de amora, morango e framboesa.
No Medina as caipirinhas são já uma espécie de lenda. Clientes fieis rumam todos os fins de semana às Barrocas para beber a sua caipirinha.
Da tradicional, passando pela caipiroska, pela caipirissima e acabando o caipirão, as possibilidades são infinitas.
E prometemos ainda mais novidades para breve.
Apaixone-se!
Staff Medina
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